RHEMA
Requiem Hierarchy Excellence Maturity ArtifactFramework de engenharia de requisitos com três modelos formais: hierarquia, decaimento temporal e qualidade.
Harness de desenvolvimento dirigido por especificação, Claude-first e multimodelo. A metodologia que padroniza todo o resto.
Software público morre por falta de método, não de código: requisitos sem dono, decisões sem registro, qualidade dependente de quem está de plantão. Com agentes escrevendo código, a lacuna entre quem especifica e quem implementa virou risco operacional.
Tamanho antes de processo (XS a L), especificação com problema, restrições e critério de aceite, e um gate mecânico que roda fora do modelo: tipos, lint, build, testes. Revisão em contexto limpo separada de quem implementou. Toda execução autônoma longa exige contrato de terminação com condição de saída executável e tetos.
Três peças de infraestrutura operam o portfólio por baixo do Forge. Lumen OS, a camada zero local-first que lê repositórios, vault e disco e visualiza, monitora e audita tudo. Requiem Intelligence, que escreve um relatório semanal com sete métricas sobre o portfólio inteiro. DevOps Core, o PaaS interno que leva os produtos à produção com rotas, DNS e certificados.
Versão 6.8.0, em uso em todos os projetos do portfólio, inclusive neste site: o gauntlet de qualidade que o valida (Lighthouse, axe, SEO, teclado, links) é um contrato de terminação do Forge, validado antes da primeira rodada.
Gate probabilístico não bloqueia. Revisão por IA levanta aviso; quem bloqueia é o humano que leu o aviso ou o teste determinístico que o aviso levou a escrever. Essa separação de classes eliminou tanto os falsos bloqueios quanto a fé cega.
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