Sigma
Gestão de sinalização viária para municípios: do contrato à placa instalada, num só ciclo.
Sistema de Gestão de Dispositivos Implantáveis
O ciclo de vida de quem carrega um dispositivo implantável: do lote no estoque à consulta de retorno, anos depois.
Quem carrega um marcapasso depende de uma cadeia que o hospital público não enxerga inteira: o lote que entrou no estoque, o implante em sala, a bateria que vai acabar numa data previsível, a emergência em que saber qual é o dispositivo muda o socorro, o recall raro. Cada elo vive num sistema ou numa planilha diferente.
Cinco contextos delimitados sobre um banco com isolamento por hospital em Row Level Security, forçada na mesma migração que cria cada tabela. Trilha de auditoria append-only por trigger e saída de eventos sem dado pessoal, por catálogo fechado (LGPD, art. 11).
O contrato de API é escrito à mão e é a fonte de verdade: o front gera tipos a partir dele e o backend é cobrado em CI de reproduzi-lo. O isolamento entre hospitais foi validado com defeito plantado, não com confiança.
Backend S0 entregue. Validação de campo concluída em julho de 2026 com um hospital público de referência cardiológica em Alagoas, parceiro do piloto: 27 de 27 respostas, sete achados que mudaram decisões de produto. Arranjo institucional via IC/UFAL em avaliação; sem contrato assinado.
A tese mudou na validação. Recall é o caso excepcional de uma máquina cujo caso normal é muito maior: o evento que traz o paciente de volta de forma previsível é o fim de vida da bateria, certo, agendável e sem pânico. Projetar para o caso normal tornou o sistema útil todo dia, e não só na crise.
Relacionados